Adoro esta mulher, não me perguntem porquê porque eu também não sei, simplesmente fascina-me. Desde a sua voz à sua atitude. Quando tiver oportunidade não me escapas, Florence!
A vaquinha que ri
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras - Parte #3
segunda-feira, 18 de abril de 2011
É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras - Parte #2
sábado, 16 de abril de 2011
É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras

O sol brilhava intensamente sob a areia daquela praia já tão nossa conhecida, a água estava límpida como nunca estivera até aí. O calor fazia-se sentir como em meados do mês de Agosto, um calor perturbante ao ponto de deixar os mais sensíveis com dor de cabeça. Debaixo do guarda-sol às riscas vermelhas e brancas os nossos olhares trocavam-se como se esperássemos ansiosamente pela próxima palavra ou acção um do outro e não apenas pela próxima jogada no divertido jogo de cartas que ia decorrendo entre os nossos amigos. Infelizmente não passávamos daí, meros olhares sem uma única palavra pronunciada. Quando a tua boca se abria em gesto de quem ia articular alguma coisa, no instante seguinte fechava-se como quem se arrependeu de a ter aberto. Acho que na altura era vergonha e sem dúvida que aquele não era o momento mais adequado para termos a conversa que necessitávamos. Mas os olhares vidrados continuavam. Conhecia todas as tuas expressões, os teus olhares, a maneira como encaravas cada situação. Conhecia-te como a palma da minha mão. Era bonito o que sentíamos um pelo outro. Não sei se era amor ou mera atracção mas era um sentimento lindo. Eu gostava de ti, gostava de ti como nunca tinha gostado de ninguém. E os meus amigos sabiam disso, sempre o tinham dito e eu sempre o negara, mas naquele momento soube que gostava de ti. Gostava de ti simplesmente pela tua personalidade. E adorava gostar de alguém como tu. Eras especial. Eras mais que um amigo ou mais do que qualquer outra pessoa. Chegas-te a ser o tal. Gostava de olhar para ti, sentir que olhavas para mim e de sorrir-mos os dois ao mesmo tempo quando percebíamos que tínhamos sido "apanhados". Gostava imenso de gostar de ti, fazias-me feliz, como nunca ninguém o tinha feito.
sexta-feira, 15 de abril de 2011

Não gosto. Nunca gostei. Pessoas insensíveis e com mau carácter nunca me fascinaram. Deixam-me deveras irritada e por vezes enraivecida. Não gosto que suspirem com ar de desdém quando falo e gosto que quando falam para mim me dirijam o olhar e falem com a voz num tom audível. Não gosto de cobardes e muito menos de rancorosos. Os meus pais sempre me ensinaram a perdoar e a esquecer (excepto em casos muito mais graves), e é isso que espero vir e continuar sempre a fazer. Não é a falar entredentes e a resmungar por tudo e por nada que alguma coisa se vai resolver. Gosto de ter oportunidade e motivo para responder à letra. Odeio, odeio, odeio quando bufam frases provocadoras (e a maioria das vezes sem nexo) e ficam todos felizes porque "mais uma vez gozaram um bocado". Só um conselho: Mantenham-se caladinhos e no vosso lugar porque não passam de uns totós sem sentido de humor de oportunidade algum. Cresçam e depois sim, podem vir aqui falar com a guê. Beijoquinhas fofinhas ♥
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011

«Imagina que vais a uma geladaria todos os dias e escolhes sempre o gelado de morango, mas há um que cativa a tua atenção, tem uma cor fora do normal e queres muito prová-lo, um dia vais lá e tens hipótese de o provar e quando o fazes sabe mal e jogas fora. É tal e qual como encaras o treino, Carolina. Quando chega a altura de puxar a tua mente não aceita, simplesmente não queres. Hoje percebi isso quando te mandei para a pista 5 e tu nem tentaste ir no "carrossel".» Fernando Teixeira
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Nani Tarequinha ♥

Ontem à noite estava a ler o livro "Marley & Eu", pela segunda vez porque da primeira não o conseguira acabar. Aproximava-se o final, para quem não leu, o Marley fica velhinho e com doenças muito graves no seu estômago e à medida que lia, as lágrimas caíam-me dos olhos, soluçava de tanto chorar e fungava tal e qual como se estivesse a viver a tristeza e a dor daquela família. Lembrei-me da Nani, a minha gatinha, um membro da família que se apoderou da casa e deixou as suas marcas. E é verdade, o que sentimos no momento da sua partida, é o que sentem todos os bons donos, uma tristeza e uma dor enorme, mas sobretudo um vazio, um vazio na barriga e no coração. É como se nos tivessem arrancado alguma coisa. Tudo muda, até a simples entrada em casa é mais triste e sombria. É inexplicável! Faz-nos falta aquele amor vindo de um animal irracional, que não fala mas que pelos seus actos e instintos faz-nos crer que significamos tanto para ele como ele significa para nós.
(Amanhã faz dois meses da tua partida, por isso, onde quer que estejas neste momento, só quero que saibas que fazes uma falta nesta família como as árvores para os passarinhos, não te esquecemos nunca e acredita que és insubstituível, gatinha mai munita da mana.)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
outro dia 6
22/11/10:
«Não sei como é que te vou escrever um texto e muito menos um texto de 30 linhas. O que eu quero dizer-te passo a vida a dizê-lo e ainda bem.
Tens-te mostrado das pessoas mais importantes da minha vida, acordo a pensar em ti e deito-me a pensar em ti.
Dou por mim a sorri e com as lágrimas nos olhos depois de cada mensagem super fofinha que tu me mandas.
Tens-me feito ver que fui uma burra até ao dia 6 de Outubro de 2010 e só me resta pedir-te desculpa por tudo o que te fiz passar, desculpa a sério, por tudo.
Fazes-me feliz, aliás, muito feliz. Sempre que estou contigo não consigo tirar este sorrisinho, por vezes até parvinho, da cara.
Vê se tratas de estudar porque eu quero ver essas notas levantadas em Dezembro, se não vou ter que me chatear a sério contigo, e olha que eu não estou a brincar. Eu sei que tu és capaz de tirar melhores notas, tens capacidades para isso. Só tens de tomar atenção nas aulas, coisa que até agora não fizeste, e estudar um bocadinho em casa. Por vezes a culpa também é minha, porque estás a tentar estudar e eu estou a mandar-te mensagens e não te consegues concentrar por causa disso.
A ti, só tenho a agradecer, por seres como és, um fofinho, um amor, por ficares à minha espera depois do treino, enquanto tens de ir para casa, por me dizeres coisas que me deixam melhor quando estou em baixo, por seres o último a dar-me as boas noites, como já disse, obrigada por seres assim, tal como és.
Já me esquecia de agradecer o ursinho mais fofinho do mundo que tu me deste. Amei, é a coisinha mais “flofs” de sempre!
Cada abraço, cada beijinho, cada palavra, cada gesto, cada olhar, cada telefonema conta muito e para mim é impossível esquecer cada um deles.
Só te quero ver feliz e com um sorriso na cara, porque enquanto tu estiveres bem, eu também estarei.
Quero muito estar contigo, abraçar-te, sentir-me segura ao pé de ti. “Quero-te tanto”.
Amo-te muito (meu) amor, muito mesmo.
PS: Isto são mais de trinta linhas, vais pagá-las seu gordo chorão.»
PostScriptum: E isto são coisas do destino, mas é "engraçado" como passamos sempre o dia 6 juntos. A diferença é que agora nos olhamos e fazemos para desviar o olhar e antes não queríamos sequer largar-nos para ir para casa. Parte de mim quer esquecer-te mas infelizmente a outra parte acredita que vais voltar ao rapaz que eras e de quem eu tenho muitas saudades.
