quarta-feira, 27 de abril de 2011

Adoro esta mulher, não me perguntem porquê porque eu também não sei, simplesmente fascina-me. Desde a sua voz à sua atitude. Quando tiver oportunidade não me escapas, Florence!

domingo, 24 de abril de 2011

PAZ


"O primeiro dos bens, depois da saúde, é a paz interior."
Abraham Lincoln

(e é mesmo isso que eu preciso, paz e principalmente, paz interior...)

sábado, 23 de abril de 2011

É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras - Parte #3

Um sorriso iluminou-me a cara e a pouco e pouco contagiou-te também o mesmo sorriso. Há muito que ansiava pelas tuas palavras e no preciso momento fiquei sem, o que se costuma chamar, "piu".
- É o que mais quero no Mundo, Tiago. - respondi-te por fim.
Agarraste-me novamente a mão daquela forma tão delicada e puxaste-me para ti. Enrolei os braços à tua volta e abraçá-mo-nos. Abraçá-mo-nos com todo o sentimento que nos unia e que finalmente nessa altura percebi o que era: amor. Imensos livros e filmes já tinha eu lido sobre esse tema tão complicado para muitos e agora percebia a imensidão e o significado dessa palavrinha tão pequena.
E ninguém me tirava o sorriso da cara que marcara aquele grande momento no meu crescimento psicológico. Tanto o facto de ter oficialmente o meu primeiro namorado (apesar de toda a futilidade que esta frase contém, ele era mesmo meu namorado) como o facto de ter percebido o que significava a palavra amor, definição que há muito procurara.
Quando aparecemos na aula de seguir de mão dada, seguiu-se um burburinho gratificante pela nossa turma e pouco a pouco os nossos colegas dirigiam-se a nós.
- Felicidades Sofia e Tiago - diziam alguns.
- Sempre soube que gostavam um do outro, eu sempre disse que iam ficar juntos mas vocês não queriam acreditar! - diziam outros.
- Eu quero ser madrinha/padrinho do casamento - diziam ainda outros.
Nada nos tirava este sorrisinho (por vezes até enervante) da cara. Estávamos apaixonados como nunca estivéramos até aí e era uma sensação óptima.
Tínhamos apenas 14 anos e já uma convicção imensa do que sentíamos um pelo outro.
Amava-te, e apesar de tudo já ter acabado, foste o 1º e acredito que o grande amor da minha vida. Não consigo esquecer-te nem aos momentos que passámos juntos porque foste o mais importante, foi contigo que percebi o verdadeiro significado do amor e foi contigo que começou o princípio do resto da minha vida.

(HISTÓRIA TOTALMENTE FICTÍCIA)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras - Parte #2

O Verão passou tão rápido como começou e em Setembro recomeçou a escola. Os nossos olhares que tanto significavam prolongaram-se até aqui. Sem palavras dizíamos o que sentíamos unicamente com, o que os mais populares chamavam «janelas da alma» e neste caso aplicava-se perfeitamente o termo.
Puxaste-me, com as tuas mãos delicadas e pedis-te para eu me aproximar. A tua voz parecia trémula, mas sincera. O meu coração batia de expectativa e o acredito que o teu coração também batesse tanto ou mais rápido que o meu. Com os teus olhos vidrados nos meus, seguraste a minha mão da mesma forma delicada. Sentia o teu nervosismo como um choque electrizante que me percorria o corpo através das tuas pontas dos dedos. Abriste a boca, como quem fosse pronunciar algo e no instante seguinte fechaste-a. Pensei que tivesses perdido a coragem para admitires o que há tanto sentíamos um pelo outro. Ficámos os dois em êxtase, esquecemos o ambiente em que nos encontrávamos: os cacifos sujos ao nosso lado e o barulho habitual da hora do intervalo entre alunos e professores. Voltaste a abrir a boca e balbuciaste as seguintes palavras no mesmo tom trémulo e nervoso.
- Sofia, gosto de ti. Aliás, gosto muito de ti. Há muito que te queria dizer isto mas nunca tive coragem.
Um silêncio profundo abafou aquele ambiente escolar. O meu olhar continuava vidrado no teu e vice versa. Queria responder-te mas a minha voz simplesmente não saía. Por fim disses-te:
- E gostava imenso de namorar contigo.

(Continua)

sábado, 16 de abril de 2011

É em casos como estes que um olhar vale mais que mil palavras


O sol brilhava intensamente sob a areia daquela praia já tão nossa conhecida, a água estava límpida como nunca estivera até aí. O calor fazia-se sentir como em meados do mês de Agosto, um calor perturbante ao ponto de deixar os mais sensíveis com dor de cabeça. Debaixo do guarda-sol às riscas vermelhas e brancas os nossos olhares trocavam-se como se esperássemos ansiosamente pela próxima palavra ou acção um do outro e não apenas pela próxima jogada no divertido jogo de cartas que ia decorrendo entre os nossos amigos. Infelizmente não passávamos daí, meros olhares sem uma única palavra pronunciada. Quando a tua boca se abria em gesto de quem ia articular alguma coisa, no instante seguinte fechava-se como quem se arrependeu de a ter aberto. Acho que na altura era vergonha e sem dúvida que aquele não era o momento mais adequado para termos a conversa que necessitávamos. Mas os olhares vidrados continuavam. Conhecia todas as tuas expressões, os teus olhares, a maneira como encaravas cada situação. Conhecia-te como a palma da minha mão. Era bonito o que sentíamos um pelo outro. Não sei se era amor ou mera atracção mas era um sentimento lindo. Eu gostava de ti, gostava de ti como nunca tinha gostado de ninguém. E os meus amigos sabiam disso, sempre o tinham dito e eu sempre o negara, mas naquele momento soube que gostava de ti. Gostava de ti simplesmente pela tua personalidade. E adorava gostar de alguém como tu. Eras especial. Eras mais que um amigo ou mais do que qualquer outra pessoa. Chegas-te a ser o tal. Gostava de olhar para ti, sentir que olhavas para mim e de sorrir-mos os dois ao mesmo tempo quando percebíamos que tínhamos sido "apanhados". Gostava imenso de gostar de ti, fazias-me feliz, como nunca ninguém o tinha feito.

(Continua...)

sexta-feira, 15 de abril de 2011


Não gosto. Nunca gostei. Pessoas insensíveis e com mau carácter nunca me fascinaram. Deixam-me deveras irritada e por vezes enraivecida. Não gosto que suspirem com ar de desdém quando falo e gosto que quando falam para mim me dirijam o olhar e falem com a voz num tom audível. Não gosto de cobardes e muito menos de rancorosos. Os meus pais sempre me ensinaram a perdoar e a esquecer (excepto em casos muito mais graves), e é isso que espero vir e continuar sempre a fazer. Não é a falar entredentes e a resmungar por tudo e por nada que alguma coisa se vai resolver. Gosto de ter oportunidade e motivo para responder à letra. Odeio, odeio, odeio quando bufam frases provocadoras (e a maioria das vezes sem nexo) e ficam todos felizes porque "mais uma vez gozaram um bocado". Só um conselho: Mantenham-se caladinhos e no vosso lugar porque não passam de uns totós sem sentido de humor de oportunidade algum. Cresçam e depois sim, podem vir aqui falar com a guê. Beijoquinhas fofinhas

quarta-feira, 13 de abril de 2011



Porque é que simplesmente não voltas, felicidade? Tenho saudades tuas! Quero-te aqui ao pé de mim como sempre estiveste.

(Sim, estou muito melancólica... A minha mãe chama-lhe "crises de adolescentes". Talvez até tenha razão.)

sábado, 9 de abril de 2011


«Imagina que vais a uma geladaria todos os dias e escolhes sempre o gelado de morango, mas há um que cativa a tua atenção, tem uma cor fora do normal e queres muito prová-lo, um dia vais lá e tens hipótese de o provar e quando o fazes sabe mal e jogas fora. É tal e qual como encaras o treino, Carolina. Quando chega a altura de puxar a tua mente não aceita, simplesmente não queres. Hoje percebi isso quando te mandei para a pista 5 e tu nem tentaste ir no "carrossel".» Fernando Teixeira

(Sinceramente não sei que o que se passa na minha cabeça, estou fora de mim, espero que nestas férias cheias de treinos "absorva" o que me tem faltado desde Setembro: força de vontade)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Nani Tarequinha ♥



Ontem à noite estava a ler o livro "Marley & Eu", pela segunda vez porque da primeira não o conseguira acabar. Aproximava-se o final, para quem não leu, o Marley fica velhinho e com doenças muito graves no seu estômago e à medida que lia, as lágrimas caíam-me dos olhos, soluçava de tanto chorar e fungava tal e qual como se estivesse a viver a tristeza e a dor daquela família. Lembrei-me da Nani, a minha gatinha, um membro da família que se apoderou da casa e deixou as suas marcas. E é verdade, o que sentimos no momento da sua partida, é o que sentem todos os bons donos, uma tristeza e uma dor enorme, mas sobretudo um vazio, um vazio na barriga e no coração. É como se nos tivessem arrancado alguma coisa. Tudo muda, até a simples entrada em casa é mais triste e sombria. É inexplicável! Faz-nos falta aquele amor vindo de um animal irracional, que não fala mas que pelos seus actos e instintos faz-nos crer que significamos tanto para ele como ele significa para nós.

(Amanhã faz dois meses da tua partida, por isso, onde quer que estejas neste momento, só quero que saibas que fazes uma falta nesta família como as árvores para os passarinhos, não te esquecemos nunca e acredita que és insubstituível, gatinha mai munita da mana.)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

outro dia 6

22/11/10:

«Não sei como é que te vou escrever um texto e muito menos um texto de 30 linhas. O que eu quero dizer-te passo a vida a dizê-lo e ainda bem.

Tens-te mostrado das pessoas mais importantes da minha vida, acordo a pensar em ti e deito-me a pensar em ti.

Dou por mim a sorri e com as lágrimas nos olhos depois de cada mensagem super fofinha que tu me mandas.

Tens-me feito ver que fui uma burra até ao dia 6 de Outubro de 2010 e só me resta pedir-te desculpa por tudo o que te fiz passar, desculpa a sério, por tudo.

Fazes-me feliz, aliás, muito feliz. Sempre que estou contigo não consigo tirar este sorrisinho, por vezes até parvinho, da cara.

Vê se tratas de estudar porque eu quero ver essas notas levantadas em Dezembro, se não vou ter que me chatear a sério contigo, e olha que eu não estou a brincar. Eu sei que tu és capaz de tirar melhores notas, tens capacidades para isso. Só tens de tomar atenção nas aulas, coisa que até agora não fizeste, e estudar um bocadinho em casa. Por vezes a culpa também é minha, porque estás a tentar estudar e eu estou a mandar-te mensagens e não te consegues concentrar por causa disso.

A ti, só tenho a agradecer, por seres como és, um fofinho, um amor, por ficares à minha espera depois do treino, enquanto tens de ir para casa, por me dizeres coisas que me deixam melhor quando estou em baixo, por seres o último a dar-me as boas noites, como já disse, obrigada por seres assim, tal como és.

Já me esquecia de agradecer o ursinho mais fofinho do mundo que tu me deste. Amei, é a coisinha mais “flofs” de sempre!

Cada abraço, cada beijinho, cada palavra, cada gesto, cada olhar, cada telefonema conta muito e para mim é impossível esquecer cada um deles.

Só te quero ver feliz e com um sorriso na cara, porque enquanto tu estiveres bem, eu também estarei.

Quero muito estar contigo, abraçar-te, sentir-me segura ao pé de ti. “Quero-te tanto”.

Amo-te muito (meu) amor, muito mesmo.

PS: Isto são mais de trinta linhas, vais pagá-las seu gordo chorão.»


PostScriptum: E isto são coisas do destino, mas é "engraçado" como passamos sempre o dia 6 juntos. A diferença é que agora nos olhamos e fazemos para desviar o olhar e antes não queríamos sequer largar-nos para ir para casa. Parte de mim quer esquecer-te mas infelizmente a outra parte acredita que vais voltar ao rapaz que eras e de quem eu tenho muitas saudades.